quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Insensatez: Balzaquiana

O desejo que me toma, incendeia
Pede pra queimar até o último gemido de prazer

O poema que me acendeu os sentidos
Me tirou o fôlego
Me reconheceu por dentro.

Sem me ver
Descortinou meus desejos mais íntimos
Minha mais doce ilusão de parceria

Poema desejo
Espelho meu
Me acelerou a calma

Me reverberou a vida
Me transbordou prazer.

No laço da tua palavra
Me relembrei mulher
Inteira, desejosa
Poderosa.

Poeta de fogo
Queimou a minha pele
Sem nem ao menos me tocar.

Palavras de vida
Letras que pulsam
Que possuem, que molham
Transbordam....

Leiam essa delícia...